1º dia após fim da greve traz confusão a clientes

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Os bancos privados voltaram a funcionar ontem, após 21 dias em greve, de forma razoavelmente ordenada. Muitos cidadãos estavam confusos em relação a quais bancos estavam funcionando, já que os públicos no Estado - Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal (CEF) - resolveram permanecer paralisados.

Membros do Sindicato dos Bancários do Ceará (Seeb-CE) permaneceram na frente da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil na Rua Floriano Peixoto, no Centro de Fortaleza. Nos bancos privados da mesma rua, parte da população que esteve nas agências não chegou a ter sérios problemas para receber benefícios, pois a data de recebimento era o dia 27.
Primeiro da fila
No Bradesco, o agente de retenção da GVT, Cleto Lins, 34 anos, chegou às 6h para garantir o primeiro lugar na fila para retirar o benefício do INSS que só é sacado na "boca do caixa". Constantemente ele consultava a internet para se informar sobre o fim ou não da greve.
Segundo ele, o pior com a paralisação foi pagar juros e multas sobre as contas de água, luz e plano de saúde dos filhos. "Para os bancos tanto faz quanto tempo fiquem em greve, mas eu que tenho que arcar com as consequências dos outros. E não tenho direito de pagar minhas contas em dia?", indaga. No mesmo banco, a professora Cristiane Ferreira de Sales, 36, operada há um mês do coração, foi retirar seu benefício que deveria ter recebido no último dia 20, mas com a greve não conseguiu sacar. Entre os contratempos no período, ela enfrentou caixa eletrônico sem dinheiro e teve que pedir emprestado uma quantia a conhecidos para comprar remédios. "O pior era a incerteza deles em realizar assembleias e não resolverem se iam voltar", comenta Sales.
A agência estava com movimentação considerada normal para o dia, com 13 pessoas na fila às 9h30 da manhã.
FONTE :DIÁRIO DO NORDESTE

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